Tetis 0: geopoéticas dialógicas

Não sendo números, mas ângulos preenchidos, é até natural que, aqui, o zero (palavra) venha depois do 2 (duas unidades) ^^. É que as conversas, o tête-a-tête, com Camila são cada vez mais singulares. Singularidade enquanto o que conecta o infinito de fora e o infinito de dentro. O zero. A esfera.

Tetis é filha do Céu e da Terra, mãe dos rios e oceanos. As marés são danças entre a Lua e a Terra. A água é o tête-a-tête entre infinitos. Em grego, Tetis significa “ama, nutriz”.

Camila e eu só sabíamos que nossos diálogos nos nutrem, porque fluem. Tetis já era nossa musa, descobrimos depois. Foi Camila quem me alertou que a geografia corre como rio nas veias, é seiva, que independe do curso de graduação (ainda que este auxilie bastante em seu despertar).

Tetis, Tetris. Em russo, “quatro”. Jogos, Diálogos, Conexões a quatro mãos.

Aqui é nossa sala. Estamos sentadas entre um dos filhos de Tetis, o Atlântico, que, por curiosa sincronia, tem seu nome derivado de Atlas.

Geopoéticas dialógicas.

Nelson Rego - Capiche a direção.
o mestre que ri e o mar de rio

(ASM)

*

para mim e Camila, e para nosso mestre na arte de dialogar, Nelson Rego.

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