Colores a Madrecita

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Tulipa recheada de estrelas

>> diagrama de Hyo Ahn (Tulip)

* presente para a Dada Baldissera, “amiga-desdobrada” da 8ª Bienal do Mercosul que me ensinou o valor do acolhimento e da generosidade!

in.verter

Subversão. Sub versos. Versos que vertem de dentro.

Durante o Curso de Formação de Mediadores, da Fundação Bienal do Mercosul, os versos que estavam dentro começaram a verter. Inspirada pelos professores Guilherme Vergara e Jessica Gogan, construí este mapa poético:

mapa construído a partir de diagramas de Kawasaki, William Gilbert e Zülal Aytüre-Scheele

Durante a experiência de mediação na mostra Eugenio Dittborn, os versos inundaram o espaço. Inspirada pelos vínculos com os colegas mediadores (“Família Gaidzinsky/Ramesky”), pela subversão poética de Maria Helena Gaidzinski e pelas inúmeras conversas com os mais diferentes visitantes e as Pinturas Aeropostais de Eugenio Dittborn, construí este kusudama:

kusudama construído a partir de diagramas de Sergei Afonkin e Tomoko Fuse, além dos tradicionais tsurus

Subversão coletiva. Versos que vertem através de vínculos. Vínculos que curam e nos devolvem o que há de mais belo em cada um de nós: a humanidade.

(ASM)

Percursos relacionais

Para a aula do dia 22/6 do curso de formação de mediadores da Bienal, os educadores Luiz Guilherme Vergara e Jessica Gogan propuseram que materializássemos uma narrativa do percurso do nosso quarto até o curso (cartografar este caminho e construir uma espécie de mapa de afetos). Utilizei a linguagem do origami e não imaginava que traria um resultado tão legal! Fiz de uma forma prazerosa e com a autorizada subversão (eu me autorizei, mas os educadores a ratificaram!). No fim a turma quis que eu compartilhasse a experiência, foi uma honra e uma dose altíssima de estímulo, sou muito grata! Não tive tempo de registrar, felizmente encontrei esta foto no banco de imagens da Fundação Bienal do Mercosul:

>> texto Percursos Relacionais

>> diagramas: rosa de Kawasaki (em planta do Centro de Porto Alegre, que me ajudou a representar suas intermináveis lombas!), carro, beija-flor de William Gilbert, lírio de Zülal Aytüre-Scheele.

(ASM)